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Precisamos padronizar para performar e ao mesmo tempo inovar que, de certa forma, é refazer ou até destruir aquilo que tínhamos acabado de padronizar. Como fazer isso sem uma interpretação filosófica sobre o efeito do tempo que embaralha a noção de passado, presente e futuro?

O padrão operacional é essencial para performar em escala. Não é possível alcançarmos competitividade com escalas artesanais. Assim, uma coisa é conceituar inovação, outra é fazer com que ela aconteça em seu locus natural que é o espaço coletivo de nossas organizações.

A dialética, querida amiga, nos ajuda a reconceituar o tempo, trazendo o futuro (desejos) e o passado (experiencia que evita o erro) para o presente, a única coisa que existe e que acaba de passar.

Em nosso modelo, cabe à liderança dialética implantar essa fusão dos tempos de nossa semântica convencional.

2 Comentários

  1. Chris Beller disse:

    “Não é possível alcançarmos competitividade com escalas artesanais”.
    Será?
    Industrialmente sim, mas num mundo cada vez mais conectado, onde o foco passa a ser prestação de serviço acho sim que escalas artesanais são competitivas. E mais, acho que são necessárias. Soluções customizadas se mostram muito mais eficazes do que a massificação. Mas é claro que em produção de larga escala precisamos de uniformidade. Boa discussão!
    Faz pensar.

  2. Malu Lutfi disse:

    Muito bom

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