Competindo pelo futuro

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Gerência sênior Murilo Sampaio

Autores : Gary Hamel  e C. H. Prahalad, extraído do livro “Competindo pelo futuro”.

CAP 1 – PARA SAIR DA ESTAFANTE ROTINA

O primeiro e principal aspecto a ser colocado é o exercício de olhar o futuro e avaliar a capacidade da empresa de moldar este futuro e gerar seguidamente o sucesso nos anos e décadas que virão. Em geral, a gerência sênior dedica menos de 3% de sua energia à criação de uma perspectiva para a empresa no futuro.

É preciso energia intelectual substancial e constante para desenvolver respostas sólidas e de alta qualidade para perguntas como: que novas competências específicas da organização teremos que criar? Que novas alianças precisamos formar? Que novos programas de desenvolvimento devemos proteger? Que iniciativas de regulamentação a longo prazo devemos buscar? Essas perguntas ficam sem resposta porque são, em certo sentido, em desafio direto à premissa de que a alta gerência é que realmente exerce o controle e que tem uma visão clara e definida do rumo da corporação. Assim, o urgente se sobrepõe ao importante; o futuro fica amplamente inexplorado e a capacidade de ação, e não de reflexão e imaginação, transforma-se na única medida de liderança. com isto, o que vem atraindo a alta gerência é apenas a reestruturação (downsizing) e reengenharia. Contudo, uma empresa bem sucedida em reestruturação e reengenharia, mas incapaz de criar os mercados do futuro, entrará na estafante rotina de tentar se manter um passo à frente das margens e lucros em constante declínio, advindos dos negócios do passado.

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